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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Para reflexão.... Pessoas

Tomei emprestado a idéia central da frase de Léa Waider que diz: “Felicidade não se acha, se conquista” para refletirmos sobre a felicidade no trabalho.

Acredito que a felicidade é algo que devemos criar, e não ficar esperando que ela caia do céu ou que alguém venha e nos proporcione por ser um bom samaritano.

De acordo com Daniel Goleman, autor do Best Seller Inteligência Emocional, uma pessoa inteligente emocionalmente tem a capacidade de se “automotivar” não terceirizando a sua motivação na mão de outras pessoas, tais como, o líder, esposa, marido ou até mesmo a empresa. Saiba que, de acordo com Goleman, toda vez que pensa ou diz que seu líder ou empresa lhe desmotivam você não está sendo inteligente emocionalmente.

Recentemente fui ministrar uma palestra em Belo Horizonte e no aeroporto esperando o avião ouvi duas pessoas conversando: “Não agüento mais trabalhar nesta empresa, as pessoas são incompetentes, não aprendo nada com o líder, tudo é complicado”. Neste mesmo momento me lembrei de uma pequena estória que li no livro de Alexandre Rangel.

Certa vez, um jovem chegou à beira de um oásis e, aproximando-se de um velho perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vivem neste lugar ?
Ao invés de responder, o velho perguntou:

- Que tipo de pessoas vivem no lugar de onde você vem ?
- Ah! Um grupo de pessoas egoístas e malvadas – respondeu o rapaz – Estou satisfeito de ter saído de lá.

E o velho replicou: - A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, outro jovem chegou ao oásis e, vendo o ancião, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vivem aqui ?

O velho respondeu com a mesma pergunta que fizera ao outro rapaz:
- Que tipo de pessoas vivem no lugar de onde você vem ?

O jovem respondeu: - Pessoas magníficas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste em deixá-las.
- Pois o mesmo você encontrará aqui – respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta ?

Ao que o velho respondeu:
- Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou nada poderá encontrar de bom por aqui. Aquele que encontrou amigos também encontrará aqui. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que está dentro de si mesmo.

A história acima define claramente o que é felicidade, um vendedor vê tudo como problemas e dificuldades, outro vê o mesmo cenário de outra forma, talvez com oportunidades de bons relacionamentos e negócios. Napolen Hill, autor da filosofia do sucesso, foi muito assertivo quanto disse: “ tudo começa pela intenção da gente e determina-se pelo nosso espírito”.
Faça a sua felicidade, não espere alguém fazê-la por você, pois talvez, nem estas pessoas estejam felizes.

Abraços e até a próxima.
Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br
http://twitter.com/ricardopiovan

sábado, 4 de dezembro de 2010

O PAI, O FILHO E O PÁSSARO

O PAI, O FILHO E O PÁSSARO

Rodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele. foram para um parque da cidade e depois de caminhar naquele dia de sol, sentaram-se num banco da praça.

enquanto lia seu jornal,o pai de Rodrigo observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. de repente, um movimento nas árvores e o pai de Rodrigo, seu orlando pergunta:

- Filho, o que é aquilo?

Rodrigo, afasta por um segundo o jornal e responde:

- É um pássaro, pai...

Seu orlando acompanha o vôo do passaro até um arbusto e torna a perguntar:

- O que é aquilo?

O filho responde:

- É um pássaro!

O velho pai, continua acompanhando o movimento do passarinho, e pergunta, novamente ...

- O que é aquilo ?

Estressado, Rodrigo, responde de forma ríspida :

- Já falei...aquilo é um pássaro!!!

Passados alguns segundos, seu Orlando torna a perguntar, apontando para o passarinho...

- O que é aquilo?

Desta vez o filho explode com sua paciência esgotada, e gritando com o próprio pai:

- O senhor está caduco, surdo, pai? Já falei aquilo é um pássaro. Pás-ssa-ro!!!

Nisso, o velho pai, faz um sinal pedindo para o filho aguardar, levanta-se , tira da bolsa uma espécie de diário e pede para o filho ler em voz alta, um trecho escrito há muitos anos atrás. o texto dizia:

“ Ontem, meu filho, agora com três aninhos, me perguntou 23 vezes o que era aquilo voando de uma arvore para outra e respondi todas as vezes com muita paciência, que era um pássaro! E todas as vezes abracei meu filhinho orgulhosos e cheio de amor....

Neste ponto Rodrigo, parou de ler, emocionado, abraçou o velho pai, entendendo, em lágrimas, a lição que o pai tinha acabado de lhe dar...

LIÇÃO DE VIDA :
Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, velhos demais e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e paciência com eles.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

NOVOS TEMPOS, UM NOVO LÍDER

NOVOS TEMPOS, UM NOVO LÍDER

Umas das principais questões levantadas no mundo da gestão contemporânea que interessa diretamente aos jovens executivos, consiste no fato de ser ou não necessário existir um novo perfil para o líder desta época que vivemos. Nas inúmeras pesquisas que realizamos através do Instituto MVC chegamos a diversas conclusões importantes em relação a esta matéria. Uma delas refere-se à consistente incidência do que seriam os "atributos permanentes" de um líder, cuja permanência na lista de prioridades transcendem a função do tempo. Características como honesto, competente, trabalhador, persistente, dedicado, comprometido, corajoso fazem parte de todos os estudos de liderança já realizados. Por isto mesmo, estes atributos devem permanecer no rol das inspirações a serem incorporadas pelos jovens líderes que estarão assumindo papéis importantes nas organizações do futuro.

Na presente matéria procuraremos, entretanto, enfatizar somente as características transformacionais do líder bem sucedido, que compreendem aquelas exigidas especificamente por estes novos tempos. Afinal de contas, vivemos hoje em meio a um ritmo de mudanças sem precedentes no mundo, no qual a massa de conhecimento de tecnologia dobra a cada ano. É natural, portanto, que ocorram sérias modificações estruturais nas qualificações deste novo líder, tanto em suas demonstrações de competitividade no ambiente externo, como ambiente interno. Desta forma, sem a pretensão de esgotar o assunto, indicamos a seguir algumas novas qualificações:

· Profeta da mudança:
Um líder destes novos tempos deve antes e acima de tudo ser um profundo aprendiz, estudioso e conhecedor do ambiente estratégico no qual sua equipe e organização estejam inseridas. Transpondo os limites até então vigentes, o novo profissional deverá compartilhar este conhecimento com seus liderados de forma madura e profunda;

· Instigador de mutantes:
Sua função seguinte é persuadir, instigar e cutucar seus liderados nos limites da obsessão para que eles também sejam amigos, partícipes e implementadores de processos modificadores flexíveis. O lema de sua equipe será"Existirão dois tipos de empresa 2020 - as que mudaram e as que desapareceram" ;

· Negociador de desafios:
Saindo (aliás, de maneira rápida e profunda) do totalitarismo ele/ela deverá ter a nobre capacidade de estabelecer um acordo mútuo (sem abandonar sua posição assertiva de líder) os desafios que serão perseguidos pelo seu time;

· Criador de Visões:
Devido à época de caos e complexidade que vivemos, o novo líder deverá ter a capacidade de construir visões sobre o futuro que liberem o potencial humano de cada liderado e canalizam suas energias para uma direção desejada;

· Conselheiro amigo:
Mais do que humano, o líder desses novos tempos deverá simplesmente tratar sua equipe como seres humanos, entendendo-os profundamente em sua estrutura psicológica, operando, em verdade, como um tutor. Deverá haver entendimento natural sobre as dificuldades que as pessoas apresentam ao lidar com o momento de turbulência e incerteza existente;

· Amar o que faz:
Mais do que tudo, o líder do século XXI será aquele/ aquela que conseguirá passar através da sua pele crença, o comprometimento, a energia e a paixão por aquilo que faz. O amor pelo trabalho será o combustível necessário às suas atividades profissionais. Se não convencer pela emoção, ele poderá então racionalizar e divulgar por meio das palavras: "Só amando o que você faz, você fará tão bem feito a ponto de vencer os desafios e a competitividade desses tempos".


Reflexão proposta por Wanderley Ribeiro Pires Filho, 26 anos, diretor da Promter Consultoria e Eventos.
Artigo publicado na Revista Melhor, Coluna do Tio, janeiro de 2000

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O LÍDER CIDADÃO

O LÍDER CIDADÃO
MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

No leque de desafios dos executivos brasileiros no momento atual o assunto liderança representa de modo efetivo uma grande prioridade. De fato, é muito grande o número de reflexões que temos recebido sobre este tema. Por isto, mesmo já tendo desenvolvido uma análise sobre a matéria (Carta aos Líderes, Revista Melhor n.º 152 de Janeiro de 2000 ) julgamos ser importante neste texto olhá-la sob outros ângulos. Nas análises passadas optamos por uma avaliação situacional, tentando indicar as principais prioridades e características do novo líder do século XXI e estruturando o raciocínio em cima de um apoio cognitivo do qual emergiram cinco atributos principais a saber: profeta da mudança, instigador de mutantes, negociador de desafios, criador de visões, conselheiro amigo e amante do faz.
No presente texto, vamos priorizar nossa análise em direção a um conjunto de atributos que formam um aspecto pouco discutido da liderança. Dentro de uma avaliação estanque, em verdade, um líder pode ser considerado como extremamente efetivo independente do caminho de suas escolhas. Nesta linha, mesmo levando nossa reflexão ao extremo, o chefe de um grupo de narcotraficantes pode ser considerado muito bem sucedido nos padrões normais do perfil de liderança que se tem notícia. Afinal de contas ele, como líder, é assertivo, carismático, motivador, instigador, energizado, persistente, corajoso, lida com a crise, domina o ambiente de caos, é mestre, aprendiz, cria desafios etc.
Apenas um e grave problema: ele é o líder do mal. Suas “qualificações” se destinam a atividades cujas conseqüências são predatórias à humanidade. É neste ponto que todos nós, direta ou indiretamente ligados ao tema liderança, devemos parar para refletir se nossos esforços e energias têm se dirigido à construção do Mundo Grande ou do Mundo Pequeno. Somos apenas um bom chefe, um líder estratégico que dá certo, um executivo que agrega valor à organização ou, além dessas tarefas materiais tecnocráticas, saímos da normose e utilizamos esta enorme oportunidade que se chama empresa para efetivamente fazermos uma diferença no mundo?
Neste momento, surge o conceito do líder cidadão o qual, antes e acima de tudo, deve entender que uma organização é uma dádiva divina com a qual temos a oportunidade de melhorar o mundo dentro do nosso próprio tamanho. Como açougueiro de uma pequena cidade do interior ou como presidente de uma empresa com dez mil funcionários, o entendimento da filosofia de uma empresa deve receber um tratamento cada vez mais nobre. Neste sentido, é fundamental entendermos que independente do produto físico ou serviços que fornecemos, no limite criamos valor para nossos clientes entregando felicidade. Recentemente, proferindo uma palestra na Visteon, afirmei que seus colaboradores não me vendiam simplesmente um conjunto de peças plásticas e eletrônicas na forma de rádio CD. Na realidade, eles me permitiam ter a felicidade de ouvir Mozart e Mahler no meio caótico do tráfego.
Em seguida, o líder cidadão deve expandir sua abrangência de atuação de uma visão intramuros do meio empresarial para um conceito de Nação Empresarial. Costumo muito cutucar os líderes de uma empresa com a seguinte afirmação: “Você não é o presidente executivo (palavra que, cada vez mais, detesto) de uma empresa com quatro mil funcionários. Você é o líder estratégico e humano de uma nação com mais de quarenta mil seres humanos, em que se incluem não só as famílias de seus colaboradores, parceiros e fornecedores, como é claro, a sua própria família. Ganha-se uma outra dimensão, sem a conotação de paternalismo, mas sob o conceito mais nobre de estadista.
Finalmente, o líder cidadão sai ainda mais dos muros empresariais e sente-se responsável por um pedaço da comunidade. Ele / ela percebe não adiantar ser parte de uma empresa rica em uma comunidade pobre. Ele exerce sua decisão de ser Líder do Bem, jamais Líder do Mal. Por isto mesmo, ele / ela tem virtudes. Como homenagem podemos ressaltar aquelas que Dalai Lama clama sempre aos quatro ventos: compaixão, amor, justiça, verdade, igualdade, humildade, ambição nobre, bondade, gentileza, franqueza, honestidade, paciência, sinceridade e tolerância.
Assim, termino com suas palavras: “Se tivéssemos que escolher entre conhecimento e virtude, a última seria sem dúvida a melhor escolha. Pois é mais valiosa. O bom coração, que é fruto da virtude, é por si só um grande benefício para a humanidade; já um mero conhecimento, não.”

Marco Aurélio Ferreira Vianna é Conferencista nacional e internacional, escritor, pesquisador, consultor e presidente do Instituto MVC - Estratégia e Humanismo
Telefax 21 5182321 / E-mail: mvcmav@uninet.com.br / Home page: http://www.institutomvc.com.br

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Laura é como uma planta…


Laura é como uma planta. Se você planta uma rosa num local coberto, ela vai se debater para sobreviver. Ela ficará mais suscetível à doenças…

Tudo bem, ela até pode desabrochar para você, mas acabarão sendo poucas e pequenas flores…

Transfira-a agora para um local quente e ensolarado e veja o que acontece…

Pois é…

Agora, coloque um brinco-de-princesa nesse local ensolarado e ele vai murchar.

Transfira-o para a sombra e você vai obter uma profusão de flores coloridas…

Interessante, não?

As pessoas funcionam desta forma também.

Laura é assim.

Transfira uma pessoa quieta e introvertida para vendas e veja como é difícil para ela se inserir nesse ambiente.

Coloque uma pessoa criativa – com perfil artístico – no departamento de contabilidade e ela vai procurar pelas poucas atividades do trabalho que realmente curte.

Ou ainda, se você selecionar um contador orientado à processos para uma posição de marketing definitivamente não vai obter o melhor desempenho dele.

Um engenheiro responsável por design de moda também não será um boa escolha.

Portanto conheça o seu time. Descubra o que eles fazem bem. Coloque-os em situações ou funções onde eles e seus correspondentes talentos são necessários e valorizados e aí sim eles desabrocharão como flores. Dê-lhes uma oportunidade de ter êxito e eles corresponderão. Isso não quer dizer que você não deva desafiá-los, provocá-los um tanto, estabelecendo metas claras pelas quais terão que se virar para alcançá-las. Pelo contrário, você deve levantar a barra.

Apenas se assegure em primeiro lugar que a Laura está no local certo.

Pablo Aversa

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Meditação: … não vos inquieteis com o dia de amanhã… (Mateus 6:34)
Pensamento: O que se tornou motivo de oração, não deveria ser motivo de preocupação.
Leitura: Mateus 6:25-34.
Mensagem: Lista de Preocupações

Sentada dentro do carro, sob a sombra de uma árvore na hora do almoço, eu estava preocupada com alguns assuntos. Repentinamente, um cardeal com uma minhoca gorda pendurada em seu bico, pousou perto da minha porta e olhou para mim; o cardeal trouxe a vívida lembrança das palavras de Jesus em Mateus 6:25-26; “Não andeis ansiosos pela vossa vida […] Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?”
Anos atrás, Paul Borden, autor de um artigo em uma revista de seminário deu algumas dicas úteis para os preocupados:
Comece uma lista de preocupações. Escreva aquilo que o preocupa. As contas, o seu trabalho, os seus filhos ou netos, a sua saúde, o futuro.
Transforme a sua lista de preocupações numa lista de oração. Peça ao Senhor que trabalhe nessas situações que o preocupam. Ore especificamente por suas necessidades, e confie nele.
Transforme a sua lista de oração numa lista de atitudes. Se você tiver alguma ideia sobre o que puder ser feito para resolver suas preocupações, pratique-a. Ao transformarmos nossas preocupações em orações e atitudes, o autor afirma: “A ansiedade paralisante pode ser substituída pela preocupação com as responsabilidades da vida”.
Por que não começar a sua lista de preocupações agora?

FONTE:
Anne M. Cetas
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM
http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=16744413
mensagensqueedificam@gmail.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O Que é Preciso?

A tecnologia dos nossos dias permite que algumas pessoas trabalhem 24 horas por dia, sete dias por semana. Podemos levar nosso trabalho para casa ou levá-lo em nossas férias. O trabalho está sempre presente conosco – exceto quando há falta de luz.
Uma tempestade de gelo no inverno passado cobriu vários estados com uma grossa camada de gelo. Árvores e galhos caíram, bloqueando estradas e prendendo as pessoas em casa. Linhas de alta tensão caíram, deixando pessoas no escuro e no frio, incapazes de fazer qualquer coisa que exigisse eletricidade.
Toda a vez que algo assim interrompe minha vida, percebo o quanto meu trabalho me é importante. Sem ele, sinto-me sem valor, improdutivo e inútil. Mas Deus não quer que o nosso trabalho seja assim – essencial para nós, e não deveríamos precisar de um corte de eletricidade para nos fazer parar. No Antigo Testamento, Deus tinha um plano para conseguir que o povo parasse e prestasse atenção nele. Era chamado Sábado. No sétimo dia da semana, eles deveriam parar seu trabalho (Êxodo 23:12).
Embora não seja exigido dos cristãos do Novo Testamento guardar essa lei, o descanso ainda é importante. Praticar um dia de descanso pode nos manter a salvo da falsa doença de que o nosso trabalho é mais importante que o de Deus.
O que é precioso para fazer você parar e prestar atenção em Deus?

FONTE:Julie Ackerman LinkNosso Andar Diário – Ministério RBCMENSAGENS Q EDIFICAMhttp://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=16744413mensagensqueedificam@gmail.com

sexta-feira, 19 de março de 2010

Alegrar-se com o Mal

Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo…” (Salmo 23:4)

Meditação: Quando cair o teu inimigo, não te alegres. (Provérbios 24:17)Pensamento: O amor por Deus pode ser medido pelo amor que demonstramos ao nosso pior inimigo.Leitura: Obadias 1:1-14.

Mensagem: Alegrar-se Com o Mal
Obadias é o menor livro do Antigo Testamento. Entretanto, escondida em seus registros está uma questão vital que afeta a todos nós: Qual deveria ser a nossa reação quando vemos um inimigo enfrentando um infortúnio?
O profeta Obadias pregou na época em que a cidade de Jerusalém estava sob o ataque violento dos Exércitos da Babilônia. Os vizinhos de Jerusalém, os edomitas, na verdade estavam torcendo para que os exércitos inimigos os matassem e destruíssem (Salmo 137:7-9). Ironicamente estas dolorosas palavras de escárnio foram ditas por parentes consanguíneos dos judeus. Eles eram descendentes de Jacó e os edomitas eram descendentes de Esaú.
Obadias condenou os edomitas por regozijarem-se com o mal do inimigo: “Mas tu não devias ter olhado com prazer para o dia de teu irmão, o dia da sua calamidade; nem ter-se alegrado sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína…” (Obadias 1:12).
Se alguém tem nos prejudicado constantemente, é fácil cedermos ao prazer da vingança quando eles passam por infortúnios. Porém as Escrituras nos admoestam: “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar” (Provérbios 24:17). Ao invés disso devemos manter uma atitude de compaixão e perdão e confiar que Deus a Seu tempo fará justiça.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

:: Os fracassos de Michael Jordan

' Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos.
Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado
de jogar a bola que venceria o jogo...
E falhei. Eu tenho uma história
repleta de falhas e fracassos em minha vida.
E é exatamente por isso que sou um sucesso. '
Michael Jordan

Se o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais desse esporte, aceita e supera cada falha, cada fracasso, e ainda diz que foram eles que o tornaram um sucesso mundial, por que tanta preocupação com os erros que você cometeu na semana passada, no mês passado, no ano passado ou no último final de semana?

Se seus erros tiverem sido graves, se você tiver machucado física ou emocionalmente alguém, reflita sobre isso, mude seu comportamento agora, e carregue o aprendizado e a cicatriz em seu coração.

Isso tornará você uma pessoa melhor hoje e amanhã, já que o ontem não pode ser mudado.

Mas agora, uma nova semana está começando. Um novo jogo. Um novo time. Um novo prêmio. Assim é a vida. Quando acordou, hoje pela manhã, o Treinador colocou você para mais um campeonato no jogo da vida. Talvez você erre a cesta, como Michael Jordan. Talvez você erre o gol (Pelé errou muitos), mas cada erro, cada falha deve ser usada por você para aprender melhor o caminho, para encontrar em sua mente o Poder Pessoal que vai colocar seus pés no pódio da vida.

Outras pessoas viram seu erro? E daí? Será que havia câmeras transmitindo seus erros para 100 milhões de pessoas ao vivo? Pessoas que contavam com você? Improvável. Mas quando Michael Jordan erra, milhões de pessoas se lembram.

Se Michael Jordan não se deixa desanimar por um erro cometido na frente de 100 milhões de pessoas (e registrado para a história), porque você se deixaria desanimar pelos seus? Use cada erro como uma escada para fazer a coisa certa. Peça desculpas, descanse, volte ao treinamento e inicie uma nova partida. Sua quadra é em casa, com sua família, no trabalho, na escola, com sua alma gêmea ou em todo lugar em que você esteja nos próximos sete dias. Mesmo quando sua única platéia é seu espelho.

E lembre-se do que Jordan diz: 'Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que eu sou um sucesso'. O que Jordan quer dizer é que não é possível alcançar o sucesso sem passar pelo fracasso. Deixe-me repetir isso: não é possível. Até quando nascemos às lágrimas chegam antes dos sorrisos.

Ao terminar essa frase, o jogo vai começar. O Treinador está olhando. Dê o melhor que puder. Respire profundamente, sorria...

SUCESSO! DEUS O ABENÇOE!

Aldo Novak
http://www.academianovak.com.br
Coaching equilibrio, prosperidade, sucesso e poder pessoal

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Da minha precoce nostalgia

Quando eu for bem velhinho, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de Vinho do Porto, dizer ao meu neto:- Querido, venha cá. Feche a porta com cuidado e sente-se aqui ao meu lado. Tenho umas coisas pra te contar.E assim, dizer apontando o indicador para o alto:- O nome disso não é conselho, isso se chama corroboração!Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus 82 anos, com os ossos frágeis a pele mole e os cabelos brancos, minha alma é o que me resta saudável e forte.Por isso, vou colocar mais ou menos assim:É preciso coragem para ser feliz. Seja valente. Siga sempre seu coração. Para onde ele for, seu sangue, suas veias e seus olhos também irão. E satisfaça seus desejos. Esse é seu direito e obrigação mas não se torne vulgar.E também aprenda que certos desejos não valem a pena satisfazer. Entenda que o tempo é um paciente professor que irá te fazer crescer, mas a escolha entre ser um grande menino ou um menino grande, vai depender só de você.Tenha poucos e bons amigos. Tenha filhos. Tenha um jardim. Aproveite sua casa, mas vá a Fernando de Noronha, a Barcelona e a Austrália.Cuide bem dos seus dentes.Experimente, mude, corte os cabelos. Ame. Ame pra valer, mesmo que ele seja o carteiro, mas tenha cuidado com as pessoas muito amáveis, servis...Não corra o risco de envelhecer dizendo "ah, se eu tivesse feito..."Tenha uma vida rica de vida.Tudo é possível, e o futuro é imprevisível.Viva romances de cinema, contos de fada e casos de novela.Faça sexo, mas não sinta vergonha de preferir fazer amor.E tome conta sempre da sua reputação, ela é um bem inestimável. Porque sim, as pessoas comentam, reparam, e se você der chance elas inventam também detalhes desnecessários.Se for se casar, faça por amor. Não faça por segurança, carinho ou status.Jamais traia nem aceite se envolver com quem já é comprometido. Isso irá lhe envergonhar um dia.A sabedoria convencional recomenda que você se case com alguém parecido com você, mas isso pode ser um saco!Prefira a recomendação da natureza, que com a justificativa de aperfeiçoar os genes na reprodução, sugere que você procure alguém diferente de você. Mas para ter sucesso nessa questão, acredite no olfato e desconfie da visão. É o seu nariz quem diz a verdade quando o assunto é paixão.Leia, pinte, desenhe, escreva. E por favor, dance, dance, dance até o fim; Se não por você, o faça por mim.Compreenda seus pais. Eles te amam para além da sua imaginação, sempre fizeram o melhor que puderam, e sempre farão.Cultive os amigos. Eles são a natureza ao nosso favor e uma das formas mais raras de amor.Não cultive as mágoas - porque se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida é que um único pontinho preto num oceano branco deixa tudo cinza.Era só isso meu querido. Agora é a sua vez. Por favor, encha mais uma vez minha taça e me conte: como vai você?

domingo, 13 de dezembro de 2009

:: Sempre abaixo do esperado



Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu: - 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado:...' Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro. O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua. O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro. O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!' A pessoa respondeu: 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História: 'Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de algumas pessoas, você estará sempre abaixo do esperado', porque para alguns é muito mais fácil subestimar do que valorizar, criticar que elogiar e motivar.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

UMA CAUSA, NÃO UM NEGÓCIO

UMA CAUSA, NÃO UM NEGÓCIO
MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

Quais os cuidados fundamentais de quem opta pelo empreendedorismo?

A importância desta reflexão e, portanto, um desafio para respondê-la, é de fundamental prioridade nos dias de hoje. Sabe-se, com certeza - Jeremy Riskins nos avisou há bastante tempo - que caminhamos para o fim do emprego tradicional. Por isto mesmo, este termo deve ser substituído por conceitos mais abrangentes, como trabalho, ocupação e renda. Ao mesmo tempo, esta reconversão não só não é simples, como se constitui em uma das mais vigorosas diferenças de perfil pessoal no mundo das empresas.
Um empregado não somente evolui para se tornar empreendedor; ele tem que promover uma verdadeira revolução (e não evolução) de crenças, valores, atitudes, comportamentos e ações. Assim, este é o primeiro grande cuidado. E como antídoto, quem quer seguir seu caminho como “patrão de si mesmo” deve estudar com grande profundidade as características, habilidades e competências de um empresário. No nosso ponto de vista, a primeira e crucial reflexão consiste em se perguntar: “Meu perfil é adequado ao que me proponho?”.
Em segundo lugar, é necessário trabalhar a crença maior e mais nobre sobre a verdadeira missão de uma organização. Infelizmente, a tacanha mentalidade financeira que prevalece no Brasil leva futuros empreendedores a pensar que uma empresa é uma fácil geradora de dinheiro. Aplica-se como nunca a figuração semântica que José Gasalla, brilhante pensador espanhol de Gestão, a qual afirma que na antropologia ibérica prevalece o yo-ya-más-menos: Yo (tudo para mim), Ya (o mais rápido possível), Más (o máximo possível), Menos (com menor esforço possível). Na realidade brasileira podemos comprovar o mesmo comportamento. Cerca de 85% das pessoas que se encaminha ao balcão Sebrae para abrir um negócio fazem a indefectível pergunta: “O que está dando dinheiro agora?” Por isto, e não por coincidência 90% das empresas de microporte quebram até 5 anos depois da sua abertura. Um segundo cuidado, portanto: para abrir um negócio as perguntas são outras e muito diferentes. Mais ou menos nesta seqüência:
“O que sei fazer bem?” “Onde posso jogar minha energia e paixão para encantar meus futuros clientes?” “O que faço que me dá tanto prazer e faria sem ganhar nada?” “Qual a minha verdadeira vocação?” “O que faço melhor que os outros?” “Como vou motivar meus colaboradores para contar com parceiros e não com empregados?”.


Finalmente, um futuro empreendedor deve ter consciência de que alguns atributos selecionados farão parte, necessariamente, de um negócio de sucesso:

Uma enorme dose de persistência para transformar erros e até perdas em fontes de ensinamentos.

Uma postura obsessiva para aprendizado contínuo.

Uma humildade franciscana para mudar e rever posições.

Estabelecer modelos de empresas e pessoas que sirvam como foco de inspiração e até iluminação.

Ter o sentimento e a capacidade que consegue mudar algo no mundo, especificamente no sistema no qual sua empresa faz parte.

Ter a obsessão pela melhoria contínua fazendo hoje melhor do que ontem, e amanhã melhor que hoje.

Desenvolver a competência de um consistente conjunto de intuições estratégicas, buscando sempre novas oportunidades.

Encantar, deslumbrar, superar as expectativas de seus clientes e ter prazer por isso.

Motivar e desenvolver seus seres humanos.

Ter uma consistente ação cidadão e social e, mais do que tudo, um fascinante e luminoso amor por tudo que faz.

Marco Aurélio Ferreira Vianna é Conferencista nacional e internacional, escritor, pesquisador, consultor e presidente do Instituto MVC - Estratégia e Humanismo.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

:: Contentamento

Meditação: Ninguém pode servir a dois senhores. (Mateus 6:24)
Pensamento: O dinheiro nos serve bem se o recebermos como provisão de Deus.
Leitura: Mateus 6:24-34.

Uma fotografia fascinante de uma senhora idosa sentada numa pilha de lixo me fez refletir. Ela sorria enquanto se alimentava com comida que havia apanhado da lata de lixo. Era preciso tão pouco para a mulher se satisfazer.
Fala-se muito sobre as dificuldades econômicas e o aumento do custo de vida. Muitos estão cada vez mais ansiosos quanto ao seu sustento. É possível atender ao ensino do nosso Senhor Jesus em Mateus 6:25: “não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir?”
Nosso Senhor não estava dizendo que não precisamos trabalhar; que não precisamos comer, ou que não precisamos nos incomodar sobre como nos vestimos. Estava nos advertindo para que estas coisas não se tornassem tão importantes a ponto de nos tornarmos escravos do dinheiro, ao invés de nele confiarmos. Ele afirmou: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mateus 6:24).
Buscar primeiro “o seu reino e a sua justiça” (Mateus 6:33) é reconhecer que não importa o quanto nos esforçamos para construir uma vida melhor para nós e nossas famílias, ao final é o Senhor que cuida das nossas necessidades. E como Deus é nosso Pai Celestial, teremos o suficiente.

FONTE:
Chek Phang Hia
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM
mensagensqueedificam@gmail.com

:: Conclusões Precipitadas

Meditação: Não te apresses em irar-te, porque a ira se abriga no íntimo dos insensatos. (Eclesiastes 7:9)
Pensamento: Para evitar uma queda constrangedora, não tire conclusões erradas.
Leitura: Josué 22:10-34.

O e-mail não continha nada além de versículos bíblicos, e vinha de alguém que eu não conhecia muito bem na época em que houve um desentendimento entre os membros de um comitê da igreja, do qual eu fazia parte. Eu achei que os versículos eram uma forma de me acusar e fiquei zangada porque alguém que não conhecia todas as questões envolvidas estava usando as Escrituras para me atacar.
Antes que pudesse retaliar, meu marido sugeriu que eu desse a ela o benefício da dúvida ao invés de pensar o pior. “Talvez haja uma explicação inocente”, ele disse. Eu não imaginava o que poderia ser, mas segui o conselho e telefonei. “Obrigada por ligar”, ela disse. “Meu computador está com vírus e espalhou mensagens usando trechos da nossa lição de escola dominical, aleatoriamente, para pessoas no meu catálogo de endereços”. Engoli seco. Estou agradecida por Deus ter usado o meu marido para evitar que eu criasse um problema que não existia.
Tirando uma conclusão precipitada que era lógica, mas falsa, me apaixonei perigosamente de um conflito desnecessário. Os israelitas fizeram o mesmo. Eles estavam prontos para a guerra porque, equivocadamente, acharam que o altar construído pelos seus irmãos era um sinal de rebelião contra Deus (Josué 22:9-34). Para evidenciar julgamentos incorretos, precisamos ser cuidadosos para compreender os fatos corretamente.


FONTE:
Julie Ackerman Link
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM
http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=16744413
mensagensqueedificam@gmail.com

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

:: Metas e objetivos

Um dos obstáculos que constantemente verifico nas pessoas é que muitas iniciam um projeto e simplesmente acabam por abandoná-lo no meio do caminho. Acham que não são capazes e até mesmo chegam a pensar que nunca irá completá-lo, culminando num sentimento de incapacidade e desânimo brutais, ante a falta de paciência. Portanto, é necessário fazer um cronograma de toda a jornada a ser percorrida através de METAS.

Mas o que é uma meta?
A meta é um dos degraus do objetivo. Imagine um objetivo partido em vários pedaços. Um desses pedaços é o que chamamos de Meta. Por isso elas são tão importantes.

Imagine-se subindo numa escada e de repente percebendo que falta um degrau. Dependendo da distância entre os degraus, pode ser impossível continuar a subida.

Por isso, é importante estabelecer metas e cumpri-las uma a uma. Ex.: Se o seu objetivo é ser um juiz de direito, primeiro tem-se que enfrentar o vestibular. Essa é uma meta. Depois, o curso de direito (cinco anos no Brasil), esta é outra meta ou degrau; depois o próximo será exercer a atividade jurídica por três anos (como advogado; procurador; delegado etc.), para que alcances o penúltimo degrau que é prestar o concurso para juiz, pois o último será passar no concurso. Vencidos esses degraus ou cumpridas essas metas, terás alcançado o seu OBJETIVO que é de SER JUIZ.

“Considere OBJETIVO como o resultado final que você desejou alcançar e METAS como os resultados intermediários conquistados.”

Em outras palavras, as METAS representam o OBJETIVO dividido em partes.

Com o intuito de atingí-lo, melhor é cumprir cada etapa estabelecida como se estivesse subindo os degraus de uma escada.

Dessa forma, estabelecidas as metas, passa-se ao cumprimento delas, as quais exigem certa paciência. Deve-se preparar-se para o exercício da paciência, uma vez que nada se obtém da noite para o dia.

J. Edivânio Leite

terça-feira, 11 de agosto de 2009

:: 25 TOQUES

"Os sábios não consideram que não errar é uma bênção. Eles acreditam antes
que a grande virtude do homem reside em sua habilidade de corrigir seus erros
e continuamente fazer de si próprio um homem novo."
-- Wang Yang-Ming (1472-1529, Filósofo Chinês)



1. Seja ético - A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.
2. Estude sempre e muito - A glória pertence àquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor - Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
4. Seja grato a quem participa das suas conquistas - O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar todos motivados.
5. Eleve suas expectativas - Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: "Isso não é para nós". Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.
6. Curta muito a sua companhia - Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!
7. Tenha metas claras - A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam as carreiras de sucesso. Ter objetivo evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro.
8. Cuide bem do seu corpo - Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem também.
9. Declare o seu amor - Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.
10. Amplie os relacionamentos profissionais - Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.
11. Seja simples - Retire de sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.
12. Não imite o modelo masculino - Os homens fizeram sucesso à custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina - é mais natural e lucrativa.
13. Tenha um orientador - Viver é decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.
14. Jogue fora o vício da preocupação - Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!
15. O amor é um jogo cooperativo - Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.
16. Tenha amigos vencedores - Campeões falam de e com campeões. Perdedores só tocam na “tecla perdedores”. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral, que seca até espada-de-são-jorge.
17. Diga adeus a quem não te merece - Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo e atrapalha sua vida. Não gaste vela com mau defunto.
18. Resolva - A pessoa do próximo milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você aperfeiçoará seu tempo e seu trabalho. A Vida fluirá muito melhor.
19. Aceite o ritmo do amor - Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é começo de muita frustração.
20. Celebre as vitórias - Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore encha-se de energia para os desafios seguintes.
21. Perdoe - Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.
22. Tenha ídolos - Uma pessoa que você admira é uma fonte de inspiração. Ajuda a tomar decisões e a evitar desvios de rota.
23. Arrisque! - O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. E o único risco que corre será o de engordar.
24. Tenha uma vida espiritual - Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir, faz bem ao sono e à alma. Oração e meditação são forças de inspiração.
25. Planeje bem as mudanças - Os arquitetos gostam de conhecer bem as pessoas e discutir o projeto antes de começar a obra. Fazer tudo de sopetão leva a desgastes desnecessários. A melhor ação é a análise do novo projeto de vida.



Roberto Shiniashiki

quarta-feira, 1 de julho de 2009

:: Duelo de gerações

Existem quatro grandes grupos geracionais em atividade profissional:

TRADICIONAIS (nascidos até 1946): o valor da lealdade, a disciplina e o respeito pela autoridade e pela hierarquia são características comuns a essa geração, que foi protagonista da vida empresarial em momentos de forte desenvolvimento econômico.

BABY BOOMERS (1946-1960): os anos críticos do seu ingresso no mercado de trabalho, entre meados dos anos 1960 e fins dos anos 1970, foram de progresso na maior parte dos países europeus, e por isso geraram grandes expectativas de sucesso. Atualmente, ocupam postos de maior responsabilidade nas empresas e se tornaram os maiores workaholics da história. O fenômeno yuppie nasceu também com essa geração.

GERAÇÃO X (1961-1979): é a primeira geração de maior preparo acadêmico e experiência internacional da história. Essa geração inicia uma ruptura com as atitudes formais típicas até então, exigindo um ambiente mais informal e o abandono da autoridade hierárquica em prol de estruturas mais horizontais e flexíveis. São os pioneiros das políticas de flexibilidade e de conciliação. É uma geração rica em empreendedores, uma vez que a iniciativa pessoal se destaca em meio a um contexto de ceticismo diante das grandes empresas.

GERAÇÃO Y (a partir de 1980): a geração Y foi a primeira da história a conviver com tecnologias da informação, e não entende facilmente o mundo sem elas. Compartilha com a geração X uma infância confortável e um entorno de prosperidade. São mais individualistas que as gerações anteriores e reivindicam autonomia de opinião e de ação, colocando o lado pessoal acima das considerações de ordem profissional e social.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

:: Os 18 princípios

Os 18 princípios de uma vitoriosa cultura de gestão

01. Um sonho grande e desafiador faz todo mundo remar na mesma direção.
02. O maior ativo da empresa é gente boa, trabalhando em equipe, crescendo na medida de seu talento e sendo recompensada por isso. A remuneração tem que estar alinhada com os interesses dos donos.
03. O lucro é o que atrai investidores, gente boa e oportunidades, mantendo a máquina rodando.
04. Foco é essencial. Não dá para ser ótimo em tudo. É preciso concentrar-se no essencial.
05. Tudo tem que ter um dono, com responsabilidade e autoridade. O debate é bom, mas, no final, alguém tem que decidir.
06. Bom senso é tão bom quanto grandes conhecimentos. O simples é melhor que o complicado.
07. Transparência e fluxo de informações facilitam decisões e minimizam conflitos.
08. Escolher gente melhor do que si mesmo, treiná-las, desafiá-las e mantê-las é a principal tarefa dos administradores.
09. A liderança por exemplo pessoal é vital, tanto nas atitudes heróicas como nos pequenos gestos do dia-a-dia.
10. Sorte é sempre resultado de suor. Tem que trabalhar muito, mas com alegria.
11. As coisas acontecem na operação e no mercado. Tem que gastar sola de sapato.
12. Ser paranóico com custos e despesas, que são as únicas variáveis sob nosso controle, ajuda a garantir a sobrevivência no longo prazo.
13. A insatisfação permanente, a urgência e a complacência zero garantem a vantagem competitiva duradoura.
14. A inovação que agrega valor é útil, mas copiar o que já funciona bem é normalmente mais prático.
15. A discrição corporativa e pessoal só ajuda. Aparecer, só com objetivo concreto.
16. Aperfeiçoamento, melhora e educação são esforços constantes e devem integrar nossa rotina.

17. Nome, reputação e marcas são ativos valiosíssimos que se constroem em décadas e se perdem em dias.
18. Malandragens e espertezas destroem uma empresa por dentro. A ética compensa no longo prazo.

Jorge Paulo Lemann

segunda-feira, 15 de junho de 2009

:: As castas na Índia


O sistema de castas (Varna) indiano é dividido de acordo com a estrutura do corpo de Brahma. As quatro principais castas são:

• A boca (Brâmanes) representa os sacerdotes, filósofos e professores;
• Os braços (Xátrias) são os militares e os governantes;
• As pernas (Vaixás) são os comerciantes e os agricultores;
• Os pés (Sudras) são os artesãos, os operários e os camponeses.


Representação das quatro principais castas do hinduísmo em torno do deus Ganesha.
A "poeira sob os pés" não foram originados do corpo de Brahma, por isso não pertencem às castas, mas tem um nome: são os Dalit ou párias, chamados de intocáveis (a quem Mahatma Gandhi deu o nome de Harijan, "filhos de Deus"). Os Dalit são constituídos por aqueles (e seus descendentes) que violaram os códigos das castas a que inicialmente pertenciam. São considerados impuros e, por isso, ninguém ousa tocar-lhes. Fazem os trabalhos considerados mais desprezíveis: recolha de resíduos, coveiros, talhantes, etc. Na sequência das invasões mongóis da Índia (século XIII), milhões de párias converter-se-iam ao islamismo, uma religião que não os ostracizava. Fora do sistema das castas, também existem os Adivasis (povos tribais) e os Mechhas (estrangeiros).


Inicialmente, as castas teriam surgido ligadas aos guna predominantes nos indivíduos. Assim, aqueles em que sattva predomina são inclinados às actividades espirituais, à filosofia, à literatura, às artes, às ciências e ao conhecimento — sacerdotes, yogis, mestres espirituais (gurus), eremitas, filósofos, astrólogos, cientistas, escritores, historiadores, artistas e poetas (brâmanes). Rajas inclina naturalmente a actividades enérgicas, agressivas, à conquista de coisas (terras, riquezas) e pessoas (domínio dos outros), à aversão à pobreza e à modéstia, à busca da fama e da notoriedade — guerreiros e governantes (xátrias) e comerciantes, proprietários de terras, artistas (vaixás). Tamas inclina à passividade, à inércia, à falta de ambição, à ignorância, ao medo de assumir responsabilidades e riscos, a viver o dia-a-dia em iludido contentamento, em ocupações humildes, repetitivas e cansativas, deixando-se conduzir pelos mais fortes e enérgicos — artesãos, operários, camponeses (sudras).


Ao contrário do igualitarismo islâmico, o hinduísmo tem uma concepção social que se expressa nesse sistema de castas, adotado no tempo das invasões arianas (cerca de 1.500 - 2.000 a. C.). As castas, segundo eles, nada mais são do que partes diferenciadas de um corpo divino. Na Índia, antes da independência, elas somavam umas 3 mil, resultantes das subdivisões das quatro castas "clássicas": os Brâmanes (sacerdotes), os Xátrias (guerreiros), os Vaixás (comerciantes) e os Sudras (camponeses e artesãos).

Não há salvação individual (moksha) na medida em que a pessoa só é entendida como pertencente a uma casta a quem ela deve fidelidade absoluta. Se por acaso infringir as normas da sua casta, o indivíduo é expulso, tornando-se um pária (pariyan) ou intocável (harijans ou dalits). É generalizada entre os hindus a crença na reencarnação, no eterno retorno das almas à vida (palingenesia para os gregos antigos) que podem ser acolhidas inclusive em animais. Tem como ideal a seguir os ashrama, as quatro etapas da vida, onde o homem, depois de estudar, casar-se, trabalhar e constituir família, renuncia à vida mundana e se dedica inteiramente à busca da moksha iluminação, através do yoga (meditação e a outras práticas espirituais), vivendo como eterno peregrino, em reclusão na floresta ou nas montanhas, sobrevivendo à custa de esmolas e oferendas de comida, que lhe estão culturalmente asseguradas pelo resto da população.

Apesar do sistema de castas ter sido rejeitado pela Constituição Indiana de 1950 (devido à pressão de políticos ocidentalizados), ele continua a fazer parte da cultura da Índia moderna. Actualmente, no hinduísmo, existem mais de 3.000 sub-castas não-oficiais.

Há pensadores, como o indologista Alain Daniélou, que consideram o sistema das castas como social e culturalmente válido e justificável no contexto indiano, uma forma muito eficaz de preservar certas sub-raças, subculturas e certas profissões transmitidas geracionalmente, sendo as recentes tentativas de o destruir um verdadeiro caso de etnocentrismo, um genocídio cultural da sociedade indiana, levado a cabo pelas potências ocidentais neocolonialistas.
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terça-feira, 9 de junho de 2009

:: Erros de comunicação

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