terça-feira, 4 de janeiro de 2011

História dos jogos eletrônicos

História dos jogos eletrônicos

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_consoles_de_videogame

sábado, 4 de dezembro de 2010

O PAI, O FILHO E O PÁSSARO

O PAI, O FILHO E O PÁSSARO

Rodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele. foram para um parque da cidade e depois de caminhar naquele dia de sol, sentaram-se num banco da praça.

enquanto lia seu jornal,o pai de Rodrigo observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. de repente, um movimento nas árvores e o pai de Rodrigo, seu orlando pergunta:

- Filho, o que é aquilo?

Rodrigo, afasta por um segundo o jornal e responde:

- É um pássaro, pai...

Seu orlando acompanha o vôo do passaro até um arbusto e torna a perguntar:

- O que é aquilo?

O filho responde:

- É um pássaro!

O velho pai, continua acompanhando o movimento do passarinho, e pergunta, novamente ...

- O que é aquilo ?

Estressado, Rodrigo, responde de forma ríspida :

- Já falei...aquilo é um pássaro!!!

Passados alguns segundos, seu Orlando torna a perguntar, apontando para o passarinho...

- O que é aquilo?

Desta vez o filho explode com sua paciência esgotada, e gritando com o próprio pai:

- O senhor está caduco, surdo, pai? Já falei aquilo é um pássaro. Pás-ssa-ro!!!

Nisso, o velho pai, faz um sinal pedindo para o filho aguardar, levanta-se , tira da bolsa uma espécie de diário e pede para o filho ler em voz alta, um trecho escrito há muitos anos atrás. o texto dizia:

“ Ontem, meu filho, agora com três aninhos, me perguntou 23 vezes o que era aquilo voando de uma arvore para outra e respondi todas as vezes com muita paciência, que era um pássaro! E todas as vezes abracei meu filhinho orgulhosos e cheio de amor....

Neste ponto Rodrigo, parou de ler, emocionado, abraçou o velho pai, entendendo, em lágrimas, a lição que o pai tinha acabado de lhe dar...

LIÇÃO DE VIDA :
Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, velhos demais e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e paciência com eles.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

NOVOS TEMPOS, UM NOVO LÍDER

NOVOS TEMPOS, UM NOVO LÍDER

Umas das principais questões levantadas no mundo da gestão contemporânea que interessa diretamente aos jovens executivos, consiste no fato de ser ou não necessário existir um novo perfil para o líder desta época que vivemos. Nas inúmeras pesquisas que realizamos através do Instituto MVC chegamos a diversas conclusões importantes em relação a esta matéria. Uma delas refere-se à consistente incidência do que seriam os "atributos permanentes" de um líder, cuja permanência na lista de prioridades transcendem a função do tempo. Características como honesto, competente, trabalhador, persistente, dedicado, comprometido, corajoso fazem parte de todos os estudos de liderança já realizados. Por isto mesmo, estes atributos devem permanecer no rol das inspirações a serem incorporadas pelos jovens líderes que estarão assumindo papéis importantes nas organizações do futuro.

Na presente matéria procuraremos, entretanto, enfatizar somente as características transformacionais do líder bem sucedido, que compreendem aquelas exigidas especificamente por estes novos tempos. Afinal de contas, vivemos hoje em meio a um ritmo de mudanças sem precedentes no mundo, no qual a massa de conhecimento de tecnologia dobra a cada ano. É natural, portanto, que ocorram sérias modificações estruturais nas qualificações deste novo líder, tanto em suas demonstrações de competitividade no ambiente externo, como ambiente interno. Desta forma, sem a pretensão de esgotar o assunto, indicamos a seguir algumas novas qualificações:

· Profeta da mudança:
Um líder destes novos tempos deve antes e acima de tudo ser um profundo aprendiz, estudioso e conhecedor do ambiente estratégico no qual sua equipe e organização estejam inseridas. Transpondo os limites até então vigentes, o novo profissional deverá compartilhar este conhecimento com seus liderados de forma madura e profunda;

· Instigador de mutantes:
Sua função seguinte é persuadir, instigar e cutucar seus liderados nos limites da obsessão para que eles também sejam amigos, partícipes e implementadores de processos modificadores flexíveis. O lema de sua equipe será"Existirão dois tipos de empresa 2020 - as que mudaram e as que desapareceram" ;

· Negociador de desafios:
Saindo (aliás, de maneira rápida e profunda) do totalitarismo ele/ela deverá ter a nobre capacidade de estabelecer um acordo mútuo (sem abandonar sua posição assertiva de líder) os desafios que serão perseguidos pelo seu time;

· Criador de Visões:
Devido à época de caos e complexidade que vivemos, o novo líder deverá ter a capacidade de construir visões sobre o futuro que liberem o potencial humano de cada liderado e canalizam suas energias para uma direção desejada;

· Conselheiro amigo:
Mais do que humano, o líder desses novos tempos deverá simplesmente tratar sua equipe como seres humanos, entendendo-os profundamente em sua estrutura psicológica, operando, em verdade, como um tutor. Deverá haver entendimento natural sobre as dificuldades que as pessoas apresentam ao lidar com o momento de turbulência e incerteza existente;

· Amar o que faz:
Mais do que tudo, o líder do século XXI será aquele/ aquela que conseguirá passar através da sua pele crença, o comprometimento, a energia e a paixão por aquilo que faz. O amor pelo trabalho será o combustível necessário às suas atividades profissionais. Se não convencer pela emoção, ele poderá então racionalizar e divulgar por meio das palavras: "Só amando o que você faz, você fará tão bem feito a ponto de vencer os desafios e a competitividade desses tempos".


Reflexão proposta por Wanderley Ribeiro Pires Filho, 26 anos, diretor da Promter Consultoria e Eventos.
Artigo publicado na Revista Melhor, Coluna do Tio, janeiro de 2000

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O LÍDER CIDADÃO

O LÍDER CIDADÃO
MARCO AURÉLIO FERREIRA VIANNA

No leque de desafios dos executivos brasileiros no momento atual o assunto liderança representa de modo efetivo uma grande prioridade. De fato, é muito grande o número de reflexões que temos recebido sobre este tema. Por isto, mesmo já tendo desenvolvido uma análise sobre a matéria (Carta aos Líderes, Revista Melhor n.º 152 de Janeiro de 2000 ) julgamos ser importante neste texto olhá-la sob outros ângulos. Nas análises passadas optamos por uma avaliação situacional, tentando indicar as principais prioridades e características do novo líder do século XXI e estruturando o raciocínio em cima de um apoio cognitivo do qual emergiram cinco atributos principais a saber: profeta da mudança, instigador de mutantes, negociador de desafios, criador de visões, conselheiro amigo e amante do faz.
No presente texto, vamos priorizar nossa análise em direção a um conjunto de atributos que formam um aspecto pouco discutido da liderança. Dentro de uma avaliação estanque, em verdade, um líder pode ser considerado como extremamente efetivo independente do caminho de suas escolhas. Nesta linha, mesmo levando nossa reflexão ao extremo, o chefe de um grupo de narcotraficantes pode ser considerado muito bem sucedido nos padrões normais do perfil de liderança que se tem notícia. Afinal de contas ele, como líder, é assertivo, carismático, motivador, instigador, energizado, persistente, corajoso, lida com a crise, domina o ambiente de caos, é mestre, aprendiz, cria desafios etc.
Apenas um e grave problema: ele é o líder do mal. Suas “qualificações” se destinam a atividades cujas conseqüências são predatórias à humanidade. É neste ponto que todos nós, direta ou indiretamente ligados ao tema liderança, devemos parar para refletir se nossos esforços e energias têm se dirigido à construção do Mundo Grande ou do Mundo Pequeno. Somos apenas um bom chefe, um líder estratégico que dá certo, um executivo que agrega valor à organização ou, além dessas tarefas materiais tecnocráticas, saímos da normose e utilizamos esta enorme oportunidade que se chama empresa para efetivamente fazermos uma diferença no mundo?
Neste momento, surge o conceito do líder cidadão o qual, antes e acima de tudo, deve entender que uma organização é uma dádiva divina com a qual temos a oportunidade de melhorar o mundo dentro do nosso próprio tamanho. Como açougueiro de uma pequena cidade do interior ou como presidente de uma empresa com dez mil funcionários, o entendimento da filosofia de uma empresa deve receber um tratamento cada vez mais nobre. Neste sentido, é fundamental entendermos que independente do produto físico ou serviços que fornecemos, no limite criamos valor para nossos clientes entregando felicidade. Recentemente, proferindo uma palestra na Visteon, afirmei que seus colaboradores não me vendiam simplesmente um conjunto de peças plásticas e eletrônicas na forma de rádio CD. Na realidade, eles me permitiam ter a felicidade de ouvir Mozart e Mahler no meio caótico do tráfego.
Em seguida, o líder cidadão deve expandir sua abrangência de atuação de uma visão intramuros do meio empresarial para um conceito de Nação Empresarial. Costumo muito cutucar os líderes de uma empresa com a seguinte afirmação: “Você não é o presidente executivo (palavra que, cada vez mais, detesto) de uma empresa com quatro mil funcionários. Você é o líder estratégico e humano de uma nação com mais de quarenta mil seres humanos, em que se incluem não só as famílias de seus colaboradores, parceiros e fornecedores, como é claro, a sua própria família. Ganha-se uma outra dimensão, sem a conotação de paternalismo, mas sob o conceito mais nobre de estadista.
Finalmente, o líder cidadão sai ainda mais dos muros empresariais e sente-se responsável por um pedaço da comunidade. Ele / ela percebe não adiantar ser parte de uma empresa rica em uma comunidade pobre. Ele exerce sua decisão de ser Líder do Bem, jamais Líder do Mal. Por isto mesmo, ele / ela tem virtudes. Como homenagem podemos ressaltar aquelas que Dalai Lama clama sempre aos quatro ventos: compaixão, amor, justiça, verdade, igualdade, humildade, ambição nobre, bondade, gentileza, franqueza, honestidade, paciência, sinceridade e tolerância.
Assim, termino com suas palavras: “Se tivéssemos que escolher entre conhecimento e virtude, a última seria sem dúvida a melhor escolha. Pois é mais valiosa. O bom coração, que é fruto da virtude, é por si só um grande benefício para a humanidade; já um mero conhecimento, não.”

Marco Aurélio Ferreira Vianna é Conferencista nacional e internacional, escritor, pesquisador, consultor e presidente do Instituto MVC - Estratégia e Humanismo
Telefax 21 5182321 / E-mail: mvcmav@uninet.com.br / Home page: http://www.institutomvc.com.br

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Laura é como uma planta…


Laura é como uma planta. Se você planta uma rosa num local coberto, ela vai se debater para sobreviver. Ela ficará mais suscetível à doenças…

Tudo bem, ela até pode desabrochar para você, mas acabarão sendo poucas e pequenas flores…

Transfira-a agora para um local quente e ensolarado e veja o que acontece…

Pois é…

Agora, coloque um brinco-de-princesa nesse local ensolarado e ele vai murchar.

Transfira-o para a sombra e você vai obter uma profusão de flores coloridas…

Interessante, não?

As pessoas funcionam desta forma também.

Laura é assim.

Transfira uma pessoa quieta e introvertida para vendas e veja como é difícil para ela se inserir nesse ambiente.

Coloque uma pessoa criativa – com perfil artístico – no departamento de contabilidade e ela vai procurar pelas poucas atividades do trabalho que realmente curte.

Ou ainda, se você selecionar um contador orientado à processos para uma posição de marketing definitivamente não vai obter o melhor desempenho dele.

Um engenheiro responsável por design de moda também não será um boa escolha.

Portanto conheça o seu time. Descubra o que eles fazem bem. Coloque-os em situações ou funções onde eles e seus correspondentes talentos são necessários e valorizados e aí sim eles desabrocharão como flores. Dê-lhes uma oportunidade de ter êxito e eles corresponderão. Isso não quer dizer que você não deva desafiá-los, provocá-los um tanto, estabelecendo metas claras pelas quais terão que se virar para alcançá-las. Pelo contrário, você deve levantar a barra.

Apenas se assegure em primeiro lugar que a Laura está no local certo.

Pablo Aversa

sábado, 7 de agosto de 2010

Os primeiros passos

1º mês
O bebê praticamente não distingue cores e percebe pouco os contrastes. Mesmo de alguém muito próximo, só vê o vulto. Sua percepção depende bastante dos contrastes. A proximidade do bebê e a claridade do ambiente facilitam bastante sua percepção. As lágrimas só aparecem a partir da 3ª semana de vida, quando as glândulas lacrimais já amadureceram.

2º mês
Embora continue vendo apenas vultos, o bebê distingue melhor contornos e cores. Também associa visão e ruídos. Por isso, um chocalho lhe desperta a atenção. O ideal é apostar em brinquedos de cores altamente contrastantes (vermelho e branco, preto e branco). O contato com a luz também é importante. É que, ao chegar à retina, a luz ativa a camada de células fotorreceptoras, das quais se originam as ondas elétricas que chegam ao cérebro onde são transformadas em imagens ou sensações visuais. Então, nada de deixar o bebê o dia inteiro na penumbra. Mas também não o exponha a luminosidades intensas, que ofuscam sua vista. A claridade natural do ambiente já é o suficiente para proporcionar o estímulo necessário.

3º mês
Há um progresso notável. Seu bebê já distingue melhor as cores, tem uma capacidade de focalização maior e até já consegue estabelecer um contato olho a olho com a mamãe. Por uns poucos instantes, é capaz até mesmo de seguir com o olhar um objeto em movimento.

4º mês
A partir desta idade, os olhos da criança já estão alinhados - é quando acaba a descoordenação motora dos olhos, responsável por períodos de estrabismo no bebê. Esse alinhamento é o que permite enxergar imagens com tridimensionalidade. Mas, só por volta do segundo ano, a capacidade de captar imagens em 3 dimensões atinge a plenitude. Com uma boa percepção de cores, a criança já demonstra interesse por objetos de tons fortes, como o vermelho, amarelo e azul.

6º mês
A evolução é notável. O bebê já dispõe de uma visão praticamente igual à do adulto. Percebe todas as cores, nuanças e contrastes, vê com profundidade, mas ainda lhe falta focalizar melhor. Por isso, nem sempre a imagem tem boa nitidez. A partir de agora, a estimulação depende de oferecer brinquedos com diferentes formatos e cores. É esperado que o bebê tente alcançar com as mãos objetos que estejam em seu campo visual.

8º mês
É quando a cor dos olhos do bebê finalmente se define. Até esta idade, as células de pigmentação da íris tendem a escurecer. E nos primeiros dias de vida, os olhos do bebê costumam “puxar” para um tom de cinza ou azulado.

1 ano
A visão do bebê já lhe garante praticamente a mesma percepção do adulto, mas ainda falta a nitidez nas imagens. Chamada de acuidade visual, a capacidade de ver detalhes, como objetos menores ao longe, só é plenamente alcançada entre 5 e 6 anos. Este é o período necessário para a plena maturação das células visuais e da parte do cérebro responsável por receber e processar as imagens. Por isso, nem sempre seu filho é capaz de ver cenas que você mostra.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Meditação: … não vos inquieteis com o dia de amanhã… (Mateus 6:34)
Pensamento: O que se tornou motivo de oração, não deveria ser motivo de preocupação.
Leitura: Mateus 6:25-34.
Mensagem: Lista de Preocupações

Sentada dentro do carro, sob a sombra de uma árvore na hora do almoço, eu estava preocupada com alguns assuntos. Repentinamente, um cardeal com uma minhoca gorda pendurada em seu bico, pousou perto da minha porta e olhou para mim; o cardeal trouxe a vívida lembrança das palavras de Jesus em Mateus 6:25-26; “Não andeis ansiosos pela vossa vida […] Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?”
Anos atrás, Paul Borden, autor de um artigo em uma revista de seminário deu algumas dicas úteis para os preocupados:
Comece uma lista de preocupações. Escreva aquilo que o preocupa. As contas, o seu trabalho, os seus filhos ou netos, a sua saúde, o futuro.
Transforme a sua lista de preocupações numa lista de oração. Peça ao Senhor que trabalhe nessas situações que o preocupam. Ore especificamente por suas necessidades, e confie nele.
Transforme a sua lista de oração numa lista de atitudes. Se você tiver alguma ideia sobre o que puder ser feito para resolver suas preocupações, pratique-a. Ao transformarmos nossas preocupações em orações e atitudes, o autor afirma: “A ansiedade paralisante pode ser substituída pela preocupação com as responsabilidades da vida”.
Por que não começar a sua lista de preocupações agora?

FONTE:
Anne M. Cetas
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM
http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=16744413
mensagensqueedificam@gmail.